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Monday, 1 March 2010

Daniel Radcliffe to appear in anti-homophobia ad


Daniel Radcliffe will appear in a public service announcement to condemn homophobia.

The Harry Potter star, 20, has volunteered to appear in the broadcast on behalf of the Trevor Project, a charity which supports LGBT people who are at risk of suicide.

Radcliffe told E! Online: “I grew up knowing a lot of gay men, and it was never something that I even thought twice about – that some men were gay and some weren’t. And then I went to school and (for) the first time, I came across homophobia. I had never encountered it before. It shocked me.

“I have always hated anybody who is not tolerant of gay men or lesbians or bisexuals. Now I am in the very fortunate position where I can actually help or do something about it.”

Last August, the star gave a “large” donation to the Trevor Project’s helpline. He has been the subject of gay rumours in the last few years but has shrugged them off.

He added: “I have described myself as being ‘gently eccentric’ and slightly different as a person just because I’ve had a very different set of influences growing up than anybody else in my peer group did.

“I’ve always felt very lucky to have the life that I’ve had. I never had to cope with anything serious about my religion or sexual orientation or anything like that. I think it’s important for somebody from a big, commercial movie series like Harry Potter, and particularly because I am not gay or bisexual or transgendered.

“The fact that I am straight makes not a difference, but it shows that straight people are incredibly interested and care a lot about this as well.”

The Trevor Project was founded in 1998 by three filmmakers whose film, ‘Trevor,’ a comedy/drama about a gay teenager who attempts suicide, received an Oscar in 2004.

It works to prevent crises and suicides among LGBTQ (lesbian, gay, bisexual, trans and questioning) youth through school workshops, educational materials, online resources and advocacy, along with the Trevor helpline.

Radcliffe’s ad will air this spring.

Source By Staff Writer, PinkNews.co.uk

Saturday, 27 February 2010

G1: ‘Alexandre, o Grande, era homossexual e a tropa obedecia’, diz ex-sargento gay


O ex-sargento do Exército Fernando de Alcântara Figueiredo, envolvido no primeiro caso assumido de um casal gay na história das Forças Armadas brasileiras, afirmou que o general Raymundo Nonato de Cerqueira Filho, indicado ao Superior Tribunal Militar, fez uma declaração “retrógrada e infeliz” sobre os homossexuais e que “está muito mal informado” – confira ao lado entrevista concedida por Figueiredo à Globo News



Ao G1, Fernando de Alcântara Figueiredo rebateu: “Isso mostra que ele desconhece a história. Alexandre, o Grande, era homossexual e a tropa obedecia. Trabalhei 15 anos nas Forças Armadas e nunca fui desrespeitado”, afirmou. Alexandre, o Grande, foi rei da Macedônia há mais de 2.300 anos e é lembrado por sua habilidade em estratégias militares por ter comandado uma das maiores expansões territoriais do mundo antigo. Algumas fontes históricas e filmes sobre a época relatam a homossexualidade de Alexandre.

O ex-sargento Figueiredo , que chegou a ser preso e responde a processo após assumir sua sexualidade enquanto atuava no Exército, disse que enviará manifestação ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e à Comissão de Constituição de Justiça do Senado para evitar que o general seja nomeado para o tribunal.

Para Figueiredo, a declaração do general mostra que ele “não tem qualificação para ser juiz”. “A primeira coisa para esse cargo é a imparcialidade e o respeito à pessoa humana e outra qualificação é não ser preconceituoso. Isso poderia ter sido voltado contra negros, ou pessoas com deficiência.”

Figueiredo pediu para sair do Exército em julho de 2008. Atualmente, é integrante da ONG Tortura Nunca Mais e do Instituto Ser, que visa defender os direitos do homossexual.

Ele afirmou que há diversos casos de homossexualismo nas Forças Armadas, mas os militares temem assumir. “Meu caso e o de Laci não é específico e isolado, tem várias demandas desse tipo e precisamos trazer isso para a sociedade, que a intransigência é coisa comum nas Forças Armadas. (…) Numa situação de batalha, o meu sangue como homossexual é tão importante quanto o de um heterossexual. O que dita o caráter não é a vida íntima. É muita hipocrisia. Eu mesmo conheço generais que são homossexuais.”

Figueiredo apareceu ao lado de seu companheiro, Laci de Araújo, na Revista “Época” em 2008, quando os dois assumiram que mantinham um relacionamento homossexual . Laci foi acusado de deserção por ter ficado mais de uma semana longe do trabalho e foi preso, mas atualmente está trabalhando no Exército.

Declaração
O general Cerqueira Filho, autor da declaração polêmica, foi indicado para ocupar uma vaga de ministro do Superior Tribunal Militar (STM). Na terça, ele participou de audiência na Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Cerqueira Filho e o almirante Álvaro Luiz Pinto, também indicado a uma vaga no STM, participavam da audiência quando foram questionados pelo senador Demóstenes Torres (DEM-GO) e Eduardo Suplicy (PT-SP) sobre o tema.



“Vossas excelências são favoráveis ao ingresso de homossexuais em qualquer das forças e acham que essa polêmica tem razão de ser?”, indagou Demóstenes. Suplicy quis saber se os dois militares defendiam a exclusão de homossexuais das Forças Armadas.

Em sua resposta, o general Cerqueira Filho disse que iria responder “de uma maneira sincera”. “Não é que eu seja contra o homossexual, cada um tem que viver sua vida. Entretanto, a vida militar se reveste de determinadas características que, em meu entender, tipos de atividades que, inclusive em combate, pode não se ajustar ao comportamento desse tipo de indivíduo”, afirmou.

Estados Unidos
A polêmica sobre homossexuais nas Forças Armadas não é exclusividade brasileira. Nos Estados Unidos, o tema está em discussão no governo. O secretário de Defesa do país, Robert Gates, disse nesta terça-feira diante do Senado que um grupo de trabalho vai estudar a possível anulação de uma lei de 1993 que proíbe o ingresso de homossexuais nas Forças Armadas do país.

via G1

Source by http://gay.com.br, Kobakobamaru (youtube)

Thursday, 25 February 2010

Monday, 22 February 2010

NOTA DE REPÚDIO DA ABGLT SOBRE O COMPORTAMENTO DE MARCELO DOURADO NO PROGRAMA BIG BROTHER BRASIL 10

A ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – é uma entidade de abrangência nacional que congrega 237 organizações congêneres e tem como objetivo a defesa e promoção da cidadania desses segmentos da população. A ABGLT também é atuante internacionalmente e tem status consultivo junto ao Conselho Econômico e Social da Organização das Nações Unidas.

Neste sentido a ABGLT vem a público manifestar o seu repúdio às declarações e ações homofóbicas e machistas de Marcelo Dourado, participante do programa Big Brother Brasil 10, veiculado pela Rede Globo.

Entre outras manifestações, como o uso do símbolo nazista no braço, podemos citar suas atitudes homofóbicas em relação aos participantes homossexuais do programa, incluindo a disseminação da noção equivocada de que “homem hétero não pega aids”, e a ameaça de espancar uma mulher lésbica participante do programa, conforme pode-se verificar nos vídeos disponíveis nos links abaixo:





Os dados epidemiológicos do Ministério da Saúde demonstram claramente que uma das tendências atuais da epidemia da aids é justamente a feminização, ou seja, há um aumento nos casos de aids na categoria de transmissão heterossexual (homem/mulher) enquanto o número de casos de aids na categoria homo e bissexual está estável há vários anos. Tal aumento na população heterossexual se deve em grande parte a crença estigmatizante de que a aids é uma doença apenas de gays, e que tristemente foi reproduzido pelo Sr. Dourado em cadeia nacional de televisão.

Estudos publicados nos últimos cinco anos vêm demonstrando e confirmando cada vez mais o quão a homo-lesbo-transfobia (medo ou ódio irracionalmente às pessoas LGBT) permeia a sociedade brasileira e assimilada pela juventude.

A pesquisa intitulada “Juventudes e Sexualidade”, realizada pela Unesco no ano 2000 e publicada em 2004, foi aplicada em 241 escolas públicas e privadas em 14 capitais brasileiras. Na pesquisa, 39,6% dos estudantes masculinos não gostariam de ter um colega de classe homossexual, 35,2% dos pais não gostariam que seus filhos tivessem um colega de classe homossexual, e 60% dos professores afirmaram não ter conhecimento o suficiente para lidar com a questão da homossexualidade na sala de aula.

O estudo “Revelando Tramas, Descobrindo Segredos: Violência e Convivência nas Escolas“, publicado em 2009 pela Rede de Informação Tecnológica Latino-Americana, traz uma amostra de 10 mil estudantes e 1.500 professores do Distrito Federal, e aponta que 63,1% dos entrevistados em uma escola alegam já ter visto pessoas que são (ou são tidas como) homossexuais sofrerem preconceito; mais da metade dos professores também afirmam já ter presenciado cenas discriminatórias contra homossexuais nas escolas; e 44,4% dos meninos e 15% das meninas afirmam que não gostariam de ter colega homossexual na sala de aula.

A pesquisa “Preconceito e Discriminação no Ambiente Escolar” realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e também publicada em 2009, é uma amostra nacional de 18,5 mil alunos, pais e mães, diretores, professores e funcionários, e revela que 87,3% dos entrevistados têm preconceito com relação à orientação sexual.

A Fundação Perseu Abramo publicou em 2009 a pesquisa “Diversidade Sexual e Homofobia no Brasil: intolerância e respeito às diferenças sexuais”, que demonstra que 92% da população reconhece que existe preconceito contra LGBT e que 28% reconhece e declara o próprio preconceito contra LGBT, percentual este cinco vezes maior que o preconceito contra negros e idosos, também identificado pela Fundação.

As atitudes e declarações de Marcelo Dourado, em um programa de televisão com grande audiência nacional, apenas servem para reforçar toda esta carga de preconceito, discriminação e estigmatização contra a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT), e demonstram a impunidade com que esta forma de discriminação se aplica na sociedade brasileira, ao contrário do racismo e outras formas notórias de discriminação passíveis de punição prevista em lei.

É preciso envidar esforços, a exemplo da iniciativa do governo federal, através do Plano Nacional de Promoção dos Direitos Humanos e Cidadania LGBT, para que se diminuem o preconceito e a discriminação contra pessoas LGBT, e que se promova o respeito às diferenças, quaisquer que sejam, existentes entre as pessoas que compõem nossa sociedade. Os meios de comunicação têm um papel chave nesta empreitada.

Toni Reis

Presidente

ABGLT – Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais

Source by ABGLT - Brasil

Saturday, 20 February 2010

Un communiqué du Centre LGBT de Paris



Un communiqué du Centre LGBT de Paris

Paris, le 20 février 2010
Un déchaînement de haine semble s’abattre sur des gays, lesbiennes et trans. agressés un peu partout en France, dans le quartier parisien du Marais également ; menacés, injuriés par des groupes d’intégristes catholiques qui ne supportent pas que l’on s’embrasse sur le parvis de Notre Dame ; et maintenant des menaces de mort adressées à Montpellier, aux plus jeunes d’entre eux.

En effet, les jeunes gays pris en charge à Montpellier par l’association Le Refuge, ont été menacés de mort. L’association a reçu un courrier comportant des menaces de mort à l’encontre des jeunes rejetés par leur famille et bénéficiant d’un hébergement temporaire. L’auteur du courrier annonce qu’ » ils vont être criblés de plomb et mis en pièces détachées » ! Ces jeunes, déjà fragilisés, en souffrance, sont nécessairement déstabilisés par une telle haine.

Le Centre LGBT Paris IdF qui accueille régulièrement des jeunes dans la même situation que ceux hébergés par le Refuge tient à leur témoigner ainsi qu’à l’association qui les prend en charge, tout son soutien et sa solidarité.

Nous avons noté avec satisfaction le soutien de la Maire de Montpellier, Hélène Mandroux et nous espérons que la préfecture mettra en œuvre les moyens nécessaires pour assurer la protection des jeunes protégés du Refuge de l’auteur de ce courrier, également que ce dernier sera arrêté et condamné pour cet acte de haine homophobe.

Certains diront que toute cette violence est le prix à payer pour une plus grande visibilité et liberté de vivre son orientation sexuelle au grand jour.

Nous nous inscrivons en faux contre cette supposition. Toutes ces manifestations de rejet, de haine à l’encontre des personnes LGBT sont encouragées par le laxisme des pouvoirs publics dont les réponses ne sont jamais à la hauteur de l’enjeu.

Les personnes agressées ont porté plainte et la justice va suivre son cours, si les agresseurs sont arrêtés, espérons que les sanctions seront exemplaires.

La répression, réponse judiciaire à posteriori est nécessaire mais insuffisante.

La société toute entière, ses institutions, à commencer par son système d’éducation, doivent se saisir de la lutte contre les LGBT phobies et plus généralement contre toutes les discriminations.

Adopter une pleine égalité des droits pour faire des citoyens LGBT des citoyens à part entière ; intégrer dés le plus jeune âge des programmes contre les discriminations sexistes, homophobes et racistes ; mener des campagnes d’information et de prévention contre ces discriminations ; promouvoir le respect des différences quelles qu’elles soient, handicap, couleur de peau, orientation sexuelle, identité de genre ; exhorter chacun à vivre curieux et respectueux des autres, de leurs valeurs et modes de vie…

Tout ceci exercerait une action pédagogique certaine, mais cela ne s’improvise pas et relève d’une véritable volonté politique qui manque manifestement à nos gouvernements.

Christine Le Doaré
Présidente du Centre LGBT Paris IdF
Tél : 06 89 33 78 07

Source by Gay Kosmopol

Thursday, 28 January 2010

CBS's Super Bowl Commercials Policy: Anti-Abortion - Yes, Pro-Gay - No

"Last week we learned that CBS will be running an anti-abortion ad from Focus On The Family during the Super Bowl, despite having rejected an ad several years ago from the pro-gay United Church of Christ, telling them that the network doesn't won't accept an ad that "touches on and/or takes a position on one side of a current controversial issue of public importance." Abortion isn't controversial? A complaint campaign against CBS has been launched on Facebook. Here's the rejected UCC ad."



Source by Sozo's Blog.

Friday, 15 January 2010

I don't care how the hell people think how far should "religions freedon" go? BUT I'M SO SORRY I REALLY CARE ABOUT HYPOCRISY...


LE PAPE CONSPUE LE MARIAGE GAY LORS DES TRADITIONNELS VOEUX AU CORPS DIPLOMATIQUE

Voici un extrait du discours que le pape Benoît XVI a prononcé ce lundi 11 janvier en présence du Corps diplomatique accrédité auprès du Vatican pendant la traditionnelle réception d'échange de voeux. 178 Etats étaient représentés

Comme vous pourrez le constater à la lecture de l'extrait du discours pontifical, les attaques contre la laïcité, le 'relativisme' et les unions des personnes du même sexe relèvent désormais d'une rhétorique papale coutumière. Je suis cependant bien d'accord avec Colomban (dit Saint Colomban) que Benoït XVI cite: « Si tu enlèves la liberté, tu enlèves la dignité ». Mais nous avons, faut-il le souligner, une autre conception de la liberté...

"Mesdames et Messieurs les Ambassadeurs, je n’ai évoqué jusqu’ici que quelques aspects liés à la problématique de l’environnement. Cependant, les racines de la situation qui est sous les yeux de tous, sont d’ordre moral et la question doit être affrontée dans le cadre d’un grand effort d’éducation, afin de promouvoir un changement effectif des mentalités et d’établir de nouveaux modes de vie. La communauté des croyants peut et veut y participer, mais, pour ce faire, il faut que son rôle public soit reconnu. Malheureusement, dans certains pays, surtout occidentaux, se diffuse parmi les milieux politiques et culturels, ainsi que dans les médias, un sentiment de peu de considération et parfois d’hostilité, pour ne pas dire de mépris, envers la religion, en particulier la religion chrétienne. Il est clair que si le relativisme est considéré comme un élément constitutif essentiel de la démocratie, on risque de ne concevoir la laïcité qu’en termes d’exclusion ou, plus exactement, de refus de l’importance sociale du fait religieux. Une telle approche, cependant, crée confrontation et division, blesse la paix, perturbe l’écologie humaine et, en rejetant par principe les attitudes différentes de la sienne, devient une voie sans issue. Il est donc urgent de définir une laïcité positive, ouverte, qui, fondée sur une juste autonomie de l’ordre temporel et de l’ordre spirituel, favorise une saine collaboration et un esprit de responsabilité partagée. Dans cette perspective, je pense à l’Europe, qui, avec l’entrée en vigueur du Traité de Lisbonne, a ouvert une nouvelle phase de son processus d’intégration, que le Saint-Siège continuera à suivre avec respect et avec une attention bienveillante. Notant avec satisfaction que le Traité prévoit que l’Union européenne maintienne avec les Eglises un dialogue « ouvert, transparent et régulier » (art. 17), je forme des vœux afin que, dans la construction de son avenir, l’Europe sache toujours puiser aux sources de sa propre identité chrétienne. Comme je l’ai dit, durant mon voyage apostolique en République Tchèque, au mois de septembre dernier, celle-ci a un rôle irremplaçable « pour la formation de la conscience de chaque génération et la promotion d’un consensus éthique de base qui est utile à toute personne qui appelle ce continent ‘ma maison’ ! » (Rencontre avec les Autorités politiques et civiles et avec le Corps diplomatique, 26 septembre 2009).

Poursuivant notre réflexion, il est nécessaire de relever que la problématique de l’environnement est complexe ; on pourrait dire qu’il s’agit d’un prisme aux facettes multiples. Les créatures sont différentes les unes des autres et peuvent être protégées, ou au contraire mises en danger de diverses manières, comme nous le montre l’expérience quotidienne. Une de ces attaques provient des lois ou des projets qui, au nom de la lutte contre la discrimination, attentent au fondement biologique de la différence entre les sexes. Je me réfère, par exemple, à des pays européens ou du continent américain. « Si tu enlèves la liberté, tu enlèves la dignité », dit saint Colomban (Epist. N. 4 ad Attela, in S. Columbani Opera, Dublin, 1957, p. 34). Toutefois la liberté ne peut être absolue, parce que l’homme n’est pas Dieu, mais image de Dieu, sa créature. Pour l’homme, le chemin à suivre ne peut être fixé par l’arbitraire ou le désir, mais doit consister, plutôt, à correspondre à la structure voulue par le Créateur."

Si c'est le cas, il s'agit à mon sens d'un enterrement de première classe pour ce qui reste du catholicisme en Belgique. Monsieur Léonard (dit Monseigneur Léonard) est l'évêque le plus traditionaliste de Belgique, très proche des visées vaticanesques actuelles. Sa nomination constituerait un affront personnel pour le Primat de Belgique sortant, le Cardinal Danneels, unanimement reconnu comme un homme de paix et de consensus, aussi démocrate qu'un catholique peut l'être quand on connaît l'opacité du gouvernement de cette institution.

Cela fait mal, cela fait rugir, cela fait hurler.

Peut-être faut-il se réjouir si cette nouvelle s'avère exacte. Le conservatisme réactionnaire et rigide de cet amateur du Motu proprio détournera certainement plus d'un chrétien fervent du catholicisme. Une pratique de l'auto-crucifixion en quelque sorte.

Pour les lecteurs non belges, rappelons que le Sieur Léonard est un farouche opposant du mariage des personnes du même sexe et de l'adoption homoparentale. Il considère que l'homosexualité est une anormalité, mais ne jugerait cependant pas les personnes homosexuelles, c'est du moins ce qu'il prétend. Voir par exemple à ce propos l'article que lui consacre Wikipedia. Voici encore une mise au point du citoyen Léonard sur ses déclarations (5 avril 2007) :

"J'ai déclaré à la presse n'avoir jamais traité les homosexuels d'"anormaux". Certains ont cru pouvoir me contredire en invoquant l'enregistrement de l'interview accordée à "Télémoustique". Celui-ci confirme heureusement ma position. En effet, je fais toujours une claire distinction entre les personnes et un comportement. On peut émettre un jugement négatif sur un comportement, sans pour autant condamner les personnes qui le pratiquent. J'ai donc expliqué que l'homosexualité comme telle correspond à un développement imparfait de la sexualité humaine.

L'interviewer m'a ensuite demandé si, dès lors, la tendance homosexuelle était une "anormalité". J'ai, bien sûr, confirmé, puisqu'il s'agit bien d'un comportement qui contredit la logique et la finalité spécifiques de la sexualité et, en ce sens, n'est pas dans la norme.

Transcrire cela en disant que j'ai déclaré que les homosexuels étaient "anormaux" est un grave abus de langage. La présence d'une tendance ou d'une orientation anormales chez une personne ne permet, en aucune manière, de déclarer que la personne elle-même est anormale, ce qui serait gravement injurieux! Ainsi, par exemple, si une personne est habitée par une tendance anorexique, cette tendance est bien anormale puisqu'elle contredit l'instinct fondamental de conservation. Mais cela ne signifie en aucune manière que la personne anorexique est, comme personne, anormale."

Dies irae, dies illa! Quantus tremor est futurus.



Source by Gay Kosmopol

Friday, 10 July 2009

GOP Activist Refers to Escaped Gorilla as Michelle Obama's Ancestor

South Carolina GOP activist and former chairman of the state elections commission Rusty DePass has apologized for saying a gorilla that escaped from a zoo was an "ancestor" of Michelle Obama.

The controversy started when FITSNews, a local politics Website, obtained a screengrab of DePass's comment on Facebook.

After an aide to state Attorney General Henry McMaster detailed the escape of the gorilla from Columbia's Riverbanks Zoo, DePass responded with a comment: "I'm sure it's just one of Michelle's ancestors - probably harmless."

DePass later admitted to WIS News that he was referring to Michelle Obama and said, "I am as sorry as I can be if I offended anyone. The comment was clearly in jest."

DePass, who was a county co-chair for Rudy Giuliani's 2008 campaign, supported the push to impeach President Bill Clinton in the late 90s, writing in an op-ed for The State, "Do Republicans have higher moral standards than Democrats?"

Fonte.: The Hoffington Post.

Monday, 18 May 2009